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mamã tranquila

Vamos falar de preparação para o parto, parto, recém-nascido e todo o tipo de assuntos relacionados com este tema...

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Vamos falar de preparação para o parto, parto, recém-nascido e todo o tipo de assuntos relacionados com este tema...

Barriguinha hidratada


Mamã Tranquila

24.03.18

meses-gravidez.jpg

Na gravidez, a pele da mamã pode ser colocada à prova, principalmente devido às alterações hormonais e ao aumento de peso.

No entanto, cada gravidez é única, e as alterações fisiológicas na pele podem até passar despercebidas ou serem nulas.

Embora a nossa pele ser naturalmente flexível, o aumento de peso e as alterações hormonais que a gravidez provoca impõem dela uma maior elasticidade. 

As estrias resultam do estiramento da pele para além dos seus limites, sobretudo quando este estiramento ocorre de forma rápida. Barriga, seios, nádegas e coxas são as áreas mais afetadas. Para além de uma boa vigilância da gravidez, com o controlo da evolução ponderal, o cuidado essencial para prevenir as estrias passa por garantir uma boa hidratação da pele.

Numa primeira fase da gravidez, o creme hidratante deve ser aplicado pelo menos uma vez por dia.

Depois do hidratante, deve aplicar-se o creme anti-estrias. Este cuidado adicional é essencial, uma vez que os cremes anti-estrias têm na sua composição substâncias próprias que evitam a deterioração das fibras de colagénio e elastina, tornando a pele mais flexível, hidratada e homogénea, e preparando-a para as necessidades da gravidez. 

Estes mesmos cuidados não devem ser parados, mas antes acrescidos, depois de o bebé nascer. Sendo que no último trimestre de gravidez, e no primeiro mês após o parto, o creme anti-estrias deve ser aplicado duas vezes ao dia, para dar todos os nutrientes necessários à pele para ela estar, à partida, o melhor preparada possível para o estiramento inevitável que existe.

A escolha do creme, deve-se ter em conta a sensibilidade de cada pele, assim como o aroma, porque pode causar náuseas ás gravidas se for intenso.

Com estes cuidados, as vossas barriguitas vão crescer lindas e formosas… e encher-vos de muito orgulho.

Deixo algumas imagens de cremes

cremes.png

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De seringa na mão


Mamã Tranquila

15.03.18

Como enfermeira, estamos logo associdas ás famosas picadelas...

Durante a gravidez, a grávida deve fazer uma vacina, para proteger o seu filho in utero da tosse convulsa.Na ausência de novas vacinas mais eficazes há que implementar estratégias adicionais de controlo da tosse convulsa com o objetivo prioritário de reduzir a carga da doença em lactentes de idade inferior a 2 meses.

 De entre estas, a que tem demonstrado maior efetividade é a vacinação da grávida, que se baseia na passagem transplacentária de anticorpos da mãe para o filho, conferindo-lhe proteção passiva até ao início da vacinação, aos 2 meses de vida.

Recomenda-se a vacinação durante a gravidez com uma dose de vacina combinada contra a tosse convulsa, o tétano, e a difteria, em doses reduzidas (Tdpa), entre as 20 e as 36 semanas de gestação, idealmente até às 32 semanas;

 A vacinação deve ocorrer após a ecografia morfológica (recomendada entre as 20 e as 22 semanas + 6 dias).

Há duas vacinas com autorização de introdução no mercado (AIM) em Portugal as vacinas Boostrix® e Triaxis® mas apenas a Boostrix® está comercializada.

boostrix_2011.jpg

É gratuita e normalmente é administrada nos centros de saúde.

Local de administrção é o braço

Nós estamos lá prontinhas para picar.

 

 

 

fator-rh-.jpg

Durante a gravidez, o tecido que separa os vasos placentares (onde circula sangue do feto) do espaço interviloso (onde circula sangue materno) vai diminuindo de espessura, permitindo que as trocas de sangue entre mãe e feto vão aumentando até ao termo da gestação. A partir da 6ª semana de gravidez, quando o feto Rh + começa a ter antigénio Rh em circulação, é induzida a produção de anticorpos anti-D, nas grávidas Rh-, ficando estas sensibilizadas. Numa futura gestação, a consequência desta sensibilização será a doença hemolítica perinatal (DHPN), situação responsável por uma morbilidade e mortalidade perinatal significativa.

 

Para evitar esta situação, faz uma injeçao ás 28 semanas de gestação ao qual chamamos de imunoglobulina anti-D

 

Esta é administrada no rabiosque, o que deixa sempre a futura mamã ansiosa, porque normalmente não estão à espera...

IM.jpg

Eu normalmente aviso na consulta anterior, para não ter uma grávida a fugir com o cú á seringa!!!!!

 

 

 

 

 

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