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mamã tranquila

Vamos falar de preparação para o parto, parto, recém-nascido e todo o tipo de assuntos relacionados com este tema...

mamã tranquila

Vamos falar de preparação para o parto, parto, recém-nascido e todo o tipo de assuntos relacionados com este tema...

Direitos da Grávida


Mamã Tranquila

12.09.18

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                                                                                                                       (imagem retirada da net)

Fica aqui mais um esclareciemnto sobre direito durante a gravidez e parentalidade

 

De acordo com o artigo 62º do Código de Trabalho, é interdito o exercício por trabalhadora grávida, puérpera ou lactante de atividades cuja avaliação tenha revelado riscos de exposição a agentes ou condições de trabalho que ponham em perigo a sua segurança, saúde ou o desenvolvimento do feto, podendo a grávida pedir ao serviço com competência  do ministério responsável pela área laboral, uma ação de fiscalização.

A grávida não pode ser obrigada a prestar trabalho extraordinário, estando dispensada de trabalho em regime noturno (entre as 20h e as 7h), durante 112 dias antes do parto, ou durante toda a gravidez, deve apresentar atestado médico com uma antecedência de 10 dias.

Faltas e Dispensas

A trabalhadora grávida, puérpera e lactante tem direito a dispensa do trabalho para consultas pré-natais e para a preparação para o parto, pelo tempo e número de vezes necessários.

Aplica-se uma dispensa diária para amamentação durante o tempo que durar a amamentação, gozada em dois diferentes períodos, cada um com a duração máxima de uma hora, salvo se outro regime for acordado com a entidade empregadora, até aos 12 meses da criança ou até cessar a amamentação.

Licenças

A grávida tem direito à licença de maternidade, de 120 dias consecutivos, dos quais 90 são obrigatoriamente gozados após o parto. Trinta destes dias podem ser gozados antes ou depois do parto. Em caso de se ter gémeos, a licença aumenta 30 dias por gémeo.

Férias

A licença de maternidade não prejudica o direito a férias, mesmo que o período de licença a seguir ao parto coincida com a marcação de férias.

Licença de Maternidade

A licença de maternidade em Portugal é concedida por um período até 120 ou 150 dias seguidos, de acordo com a opção dos pais, sem prejuízo dos direitos da mãe (seis semanas). Este período pode ser gozado em simultâneo pelo pai e pela mãe.

No caso de um nascimento sem vida, o período é forçosamente de 120 dias.

Licença de Maternidade Alargada

Ao período de 120 ou 150 dias podem ser acrescidos mais 30 dias nos casos de:

  1. Partilha da licença, se cada um dos pais gozar exclusivamente um período de 30 dias seguidos ou dois períodos de 15 dias seguidos, depois do período obrigatório da mãe (seis semanas / 42 dias).
  2. Nascimentos múltiplos, isto é, por cada gémeo vivo, além do primeiro, adiciona-se 30 dias seguidos.

Na prática, a licença de maternidade é de 150 ou 180 dias seguidos, sendo a decisão do número de dias de licença uma desisão dos pais. Existe, no entanto, um período exclusivo da mãe, atribuído por um período até 72 dias, em que:

  1. 30 dias, no máximo, são gozados facultativamente antes do nascimento;
  2. 42 dias (6 semanas) imediatamente e obrigatoriamente gozados a seguir ao parto.

Valor da licença de maternidade

Para gozar de licença de maternidade são necessários 6 meses de registo de contribuições para a Segurança Social.

O valor diário do subsídio de maternidade não pode ser inferior a 11,18€ 

O subsídio é pago mensalmente ou de uma só vez, consoante o período de concessão do subsídio, e é efetuado por transferência bancária ou por cheque.

Como pedir a licença de maternidade 

O subsídio de maternidade pode ser requerido online através da Segurança Social Direta ou nos serviços de atendimento da Segurança Social, incluindo as lojas do cidadão, através do preenchimento do formulário Mod. RP5049-DGSS.

Legislação

A lei da licença de maternidade está prevista no Código de Trabalho (CT), Lei n.º 7/2009 de 12 de fevereiro, e no Regulamentação do Código do Trabalho (RCT), Decreto-Lei n.º 91/2009 de 9 de abril.

 

 Subsídio de Gravidez

 

O subsídio de gravidez, ou mais conhecido como “abono de família pré-natal”, é uma prestação concedida à mulher grávida, que visa equilibrar os encargos do período de gravidez.

Como se pode pedir

O subsídio de gravidez deve ser requerido durante o período de gravidez, mas também pode ser pedido após o nascimento (no prazo de 6 meses contados a partir do mês seguinte ao do nascimento), pela própria grávida ou pelo representante legal, em nome dela, através:

  • Do serviço Segurança Social Direta;
  • Do formulário  RP5045-DGSS, a apresentar nos serviços de atendimento da Segurança Social ou nas lojas do cidadão.

Documentos necessários

  • Fotocópia de documento de identificação civil;
  • Fotocópia de cartão de identificação fiscal;
  • Documento comprovativo de residência em território nacional, no caso de cidadã estrangeira;
  • Certificação médica do tempo de gravidez,  GF44-DGSS;
  • Documento comprovativo do NIB.

Condições de atribuição

A grávida deve:

  • Ter atingido a 13.ª semana de gestação;
  • Ser residente em Portugal ou equiparada a residente;
  • Ter um rendimento de referência e património mobiliário abaixo do valor limite. Para calcular este rendimento de referência é usada a declaração de IRS do ano anterior.

Valor a receber

O valor do subsídio varia conforme os rendimentos do agregado familiar e corresponde ao valor do abono de família para crianças e jovens no primeiro ano de vida.

Este valor é atribuído por 6 meses, a partir do mês seguinte àquele em que se atinge a 13.ª semana de gravidez. Se ocorrer interrupção da gravidez é atribuído até ao mês dessa interrupção, devemos informar no prazo de 10 dias à Segurança Social.

O abono de família pré-natal cessa igualmente se a grávida deixar de residir em Portugal (ou se terminar o prazo de validade do título de residência neste país).

Acumulação de subsídios

O subsídio de gravidez é acumulável com:

Subsídio de desemprego

Subsídio social de desemprego

Subsídio de doença

Subsídio parental

Subsídio por adoção

Pensão de invalidez

Rendimento social de inserção

Abono de família para crianças e jovens

Bonificação por deficiência

Subsídio por frequência de estabelecimento de educação especial

Subsídio por assistência de terceira pessoa

Subsídio mensal vitalício

Subsídio de funeral

Não é acumulável com: subsídio por interrupção da gravidez.

 

Espero ter ajudado, apesar de não ser muito a minha área.....

Direitos na gravidez de risco


Mamã Tranquila

10.09.18

O que devemos saber:

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                                                                                                            (imagem retirada da net)

  

 

baixa por gravidez de risco está prevista no Código do Trabalho, artigo n.º 35 e artigo n.º 36, onde é mencionada a proteção na parentalidade e os conceitos sobre esta temática.

Considera-se uma gravidez de risco quando existe uma maior probabilidade de ocorrerem complicações durante a gestação. Quando assim é, há lugar a baixa por gravidez de risco.

Existem alguns fatores que tornam as mães mais propensas a possuírem uma gravidez de risco, tais como:

  • existência de abortos espontâneos anteriores;
  • existência de problemas genéticos na família do pai ou da mãe;
  • existência de um ou mais filhos com problemas genéticos ou malformações;
  • mãe com mais de 35 anos;
  • pai com mais de 50 anos;
  • uma mãe com diabetesou outra doença crónica.
  • uma mãe que tenha sido exposta a raios X, infeções, consumo de drogas, bebidas alcoólicas ou determinada medicação;

O QUE É A BAIXA POR GRAVIDEZ DE RISCO?

É um subsídio atribuído à mulher grávida, durante o tempo considerado necessário pelo médico obstetra, nas situações de risco para a saúde da mãe ou do feto.

QUEM TEM DIREITO A ESTE SUBSÍDIO?

  • Beneficiárias do subsídio de desemprego que será suspenso durante o tempo que receber subsídio por risco clínico;
  • Beneficiárias do seguro social voluntárioque trabalhem em navios de empresas estrangeiras ou sejam bolseiras de investigação;
  • Praticantes desportivos profissionais;
  • Quem estiver a receber Pensão de Invalidez Relativa, ou Pensão de Sobrevivência e a trabalhar e a fazer descontos para a Segurança Social;
  • Trabalhadoras bancárias.
  • Trabalhadoras independentes, a recibos verdes, ou empresários em nome individual, a descontar para a Segurança Social;
  • Trabalhadoras na pré-reforma, em situação de redução de prestação de trabalho;
  • Trabalhadoras no domicílio;
  • Trabalhadoras por conta de outrem que descontem para a Segurança Social, incluindo trabalhadoras do serviço doméstico;

QUAIS AS CIRCUNSTÂNCIAS NECESSÁRIAS PARA TER ACESSO À BAIXA POR GRAVIDEZ DE RISCO?

  • Cumprir o prazo de garantia: ter trabalhado e descontado durante seis meses, seguidos ou não, para a Segurança Social ou outro sistema de proteção social nacional ou estrangeiro.
  • Declaração médica obstetra que certifique a gravidez de risco com indicação do período de tempo necessário para prevenir o risco;
  • Pedir o subsídio dentro do prazo, ou seja, nos 6 meses a contar do primeiro dia em que não trabalhou;
  • Se for trabalhadora independente ou beneficiária do seguro social voluntário, ter os pagamentos para a Segurança Social em dia até ao fim do terceiro mês imediatamente anterior ao mês em que deixa de trabalhar por risco clínico;

COMO FUNCIONA ESTA PRESTAÇÃO, QUANTO E QUANDO VOU RECEBER?

  • Caso os beneficiários residam nas regiões autónomas, o valor da baixa por gravidez de risco é acrescido de 2%;
  • Começará a receber a partir do primeiro dia em que não foi prestado trabalho, comprovado por certificação médica.
  • Esta prestação corresponde a 100% da sua remuneração de referência;
  • Nas situações em que a remuneração de referência é muito baixa, a lei estabelece um limite mínimo de 11,24 euros por dia 

DURANTE QUANTO TEMPO?

  • Durante o tempo que o médico declarar ser necessário para evitar risco para a saúde da mãe ou da criança;
  • Os dias de licença por risco clínico durante a gravidez não contam, nem são descontados nos dias de licença parental a que tenha direito.

COMO VOU RECEBER?

  • Podem receber por transferência bancária ou cheque, não à ordem.

AS MINHAS OBRIGAÇÕES?

  • Se acontecer algo que leve à cessação do subsídio, devem notificar a Segurança Social no prazo de cinco dias úteis.

QUANDO TERMINA?

  • pagamento da baixa por gravidez de risco clínico é interrompidose a grávida for trabalhar ou médico considerar que o risco clínico para a mãe ou para a criança já não existe e não emitir a devida declaração médica;
  • Osubsídio por risco clínico termina definitivamente com o nascimento da criança.

Alimentação na Gravidez


Mamã Tranquila

16.08.18

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Alimentação na gravidez

 

A garantia de saúde das mães e dos seus filhos é um tema prioritário para Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante a gravidez, as necessidades nutricionais aumentam para apoiar o crescimento e desenvolvimento do vosso bebé bem como o metabolismo materno.

Assim, as recomendações alimentares e nutricionais devem adaptar-se a cada mulher, tendo em conta as diferenças individuais. Desta forma, aconselha-se adoção de um estilo de vida saudável, que deveríamos iniciar mesmo antes da gravidez, para otimizar a saúde da mãe e reduzir o risco de complicações durante a gravidez e de algumas doenças no bebé.

A gravidez é, para a maioria das mulheres, um momento de grande felicidade e realização. No entanto, durante a gravidez, tanto a mulher como o feto em desenvolvimento encaram vários riscos de saúde. Por esta razão, é importante que todas as gravidezes sejam supervisionadas pelo pessoal de saúde.

 

No decorrer de uma  a gravidez, é natural que o peso aumente, devido à formação da placenta, líquido amniótico, crescimento do bebé, volume do útero e do sangue, tecido mamário e gordura de reserva.

As recomendações para o ganho de peso durante a gravidez foram formuladas de acordo com o reconhecimento da necessidade de equilibrar os benefícios de um crescimento fetal saudável, contra os riscos de complicações no parto e pós-parto para a mãe e bebé.  

 

 

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Imagem da DGS

 

 Proteína

 No segundo e terceiro trimestres as necessidades proteicas estão aumentadas. No entanto, a “dieta normal” consegue suprir esses aumentos. O aumento das necessidades deve-se ao contributo proteico para a formação da placenta, crescimento dos tecidos uterinos e desenvolvimento e crescimento do bebé.

Ingiram diariamente fontes proteicas a partir de:

  • Laticínios (leite, queijo, iogurte)
  • Utilizem as leguminosas verdes e secas. São uma boa alternativa proteica (feijão, grão de bico, favas, ervilhas, lentilhas), desde que se incluam uma grande variedade destes alimentos e também de cereais Ingiram moderadamente fontes proteicas de origem animal (carne, pescado e ovos)

 

Hidratos de Carbono

 São a principal fonte de energia para a realização das funções do organismo, pelo que é de alta importância o seu consumo durante a gravidez. Dos hidratos de carbonos que a mãe ingere, obtém-se glicose que é a principal fonte de energia, e elementar para o desenvolvimento do bebé. Por isso, é importante a ingestão diária e várias vezes ao dia, de alimentos ricos em hidratos de carbono como o pão integral, a batata, o arroz, a massa e a aveia.

Provêm essencialmente de alimentos de origem vegetal como:

  • Cereais e seus derivados (arroz e massa, farinha, pão, flocos de cereais)
  • Tubérculos (batata, inhame, etc.)
  • Leguminosas secas (feijão, grão de bico, ervilhas, etc.)
  • Fruta

Ter atenção, ás quantidades…

 

Hidratação na gravidez 

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 A hidratação  é essencial para uma gravidez saudável, dado que a grávida acumula cerca de 6-9 L de água durante a gestação. A ingestão adequada  durante a gravidez (incluindo a ingestão de água e de outras bebidas (como por exemplo leite, sumos naturais e infusões) e de alimentos ricos em água (sopas, saladas e fruta) é de 3 L/dia. Isso inclui cerca de 2,3 L (cerca de 10 copos) como total proveniente de bebidas.

Evitar bebidas açucaradas e com cafeina.

 

Alimentos a evitar

 Na gravidez, sigam precisamente os cuidados de higiene com a alimentação e evite os alimentos não indicados para este período: carne, pescado e ovos mal cozidos, leite ou laticínios não pasteurizados e vegetais e frutas crus não higienizados.

Limitar o consumo de:

  • Laticínios não pasteurizados
  • Queijos mal curados
  • Queijo fresco e requeijão
  • Enchidos e fumados
  • Espadarte, tamboril ou tintureira
  • Carne e peixe mal cozinhados
  • Legumes e fruta mal lavados
  • Patês de qualquer tipo

(Recomendações da DGS)

 

ALGUMAS SUGESTÕES SOBRE A SEGURANÇA DOS ALIMENTOS E PREPARAÇÃO

 

 Durante a gravidez devemos ser mais cuidadosas de modo a não contrair alguma doença, por isso, devemos:

  • Lavar as mãos com água morna e sabonete:

- Antes e depois de manusear alimentos

 - Depois de utilizar a casa de banho

- Depois de estar em contacto com animais

  • Lavar muito bem os legumes com água corrente;
  • Lavar todos os frutos, mesmo se pretender descascá-los;
  • Separar os alimentos crus dos alimentos prontos a consumir;
  • No frigorífico, conservar a carne e o peixe crus sempre bem embalados e na zona intermédia, e os produtos em fase de descongelação na prateleira inferior, acondicionados em recipientes que evitem o derrame de líquidos resultantes do processo de descongelação;
  • Os alimentos cozinhados nunca devem ser colocados em recipientes onde estiveram alimentos crus, sem que o recipiente seja bem lavado;
  • Quando os alimentos são reaquecidos, devem ser levados à fervura, ou então reaquecidos a altas temperaturas por algum tempo;
  • Aquecer completamente as refeições “fast-food” e as “sobras” antes de servir;
  • Verificar sempre o prazo de validade na embalagem dos alimentos;
  • Usar luvas quando fizer jardinagem e lavar as mãos após esta prática;
  • Usar luvas ao manipular os excrementos de gato: os gatos podem ser a fonte de Toxoplasmose - infeção grave que pode causar cegueira, atraso mental ou até mesmo a morte fetal.

(Recomendações da DGS)

 

Alimentação Saudável

 O que devemos fazer:

  • Fazer 5 a 6 refeições por dia, mais ou menos de 3 em 3 horas: pequeno-almoço, almoço e jantar e 2 a 3 pequenos lanches;
  • Preferir o consumo de hortícolas, iniciando as refeições com uma sopa de legumes;
  • Preferir o peixe gordo (salmão, arenque, atum, sardinha) e as carnes brancas, como as aves e o coelho;
  • Limitar o consumo de carne vermelha a 2 ou 3 vezes por semana;
  • Consumir cerca de metade dos cereais, como pão, arroz e massa, sob a forma integral;
  • Comer 3 a 4 porções de fruta por dia;
  • Comer 3 porções de laticínios meio-gordos ou magros por dia;
  • Preferir sempre os óleos vegetais, como azeite, óleo de coco;
  • Moderar o consumo de sal, utilizando pouco sal para cozinhar;
  • Beber água suficiente para satisfazer a sede. Cerca de 2 a 3 L pode ser uma referência, mas senão estão habituadas a beber tanto, vão começando com as garrafas de 75ml;
  • Praticar atividade física moderada;
  • Evitar as bebidas alcoólicas.

(Recomendações da DGS)

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Gravidez e férias


Mamã Tranquila

02.07.18

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O sol brilha, as temperaturas convidam a uns mergulhos e as férias estão aí a bater à porta. Tudo isto seria perfeitamente normal de planear, mas neste momento estás grávida e portanto a altura ideal para o fazer é entre as 13 e as 34 semanas.

Conversem com o vosso obstetra/enfermeira sobre as vossas ideias,  antes de começar a planear as maravilhosas férias. Na generalidade dos casos viajar durante a gravidez não acarreta qualquer problema, no entanto se têm alguma restrição devem pedir conselhos ao vosso médico.

Algumas dicas, para disfrutarem umas férias maravilhosas:

  • Ao viajar dentro da União Europeia não se esqueçam de pedir o Cartão de Saúde Europeu na Segurança Social, de modo a garantir cuidados de saúde em caso de necessidade, se vão para fora da União Europeia façam um seguro de viagem que abranja despesas relacionadas com a gravidez;
  • Ao fazer as malas limitar ao essencial, se possível usem malas com rodinhas, facilita bastante
  • Não esquecer do boletim de grávida
  • Ao viajar de carro e se for longo o percurso, tentar fazer algumas paragens para caminhar um pouco e ir à casa-de-banho;
  • De preferência vistam roupas leves, frescas e de algodão, evitando calças justas, pois com a transpiração e o corrimento vaginal ficam mais vulneraveis a infeções vaginais;
  • Manter uma alimentação cuidada e saudável mesmo em férias, mantendo todos os cuidados com alimentos não cozinhados,e não se esqueçam de manter uma boa hidratação (no entanto se for um país estrangeiro bebam apenas água engarrafada e sem gelo);
  • Ao viajar de avião informem-se com antecedência sobre o regulamento interno da companhia sobre o transporte de grávidas, pois a partir das 34-36 semanas, a maioria das companhias, só permitem viajar com atestado médico;
  • Perguntar ao médico  sobre que medicação que podem levar, no caso de uma eventualidade, e saber como agir em várias situações. Não se esqueçam da medicação que tomam habitualmente;

  

 

Cuidados na Praia

 

Se gostam de nadar no mar, procurem não ir para parte mais profunda e de preferência vão acompanhadas com alguém, para no caso de precisarem de algum auxilio.

O uso de protetor solar de fator máximo é indispensável e lembrem-se que é necessário coloca-lo novamente após sair da água do mar ou após um período mais demorado ao sol.

Evitar os horários de pico do sol também é essencial para uma grávida na praia.

A hidratação  é fundamental, portanto aproveitem o clima da praia e abusem de muita água.

 

Cuidados na Piscina

 

Os mesmos cuidados e recomendações para uma grávida na praia seguem para a piscina.

As únicas proibições em relação à gravidez e a piscina estão nos saltos, mergulhos, uso de piscina de tubos e escorregas que pelo impacto do corpo pode causar.

 

BOAS FÉRIAS e divirtam-se

Bola de Pilates


Mamã Tranquila

18.04.18

A bola de Pilates pode ajudar bastante a acalmar as dores na coluna durante a gravidez e também na altura da dilatação.

Existe uma bola de Pilates adequada para cada estatura.

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Quanto mais cheia a bola mais difícil é se permanecer em cima dela, por isso é melhor que não esteja totalmente cheia.

Na Gravidez

Sentem-se na bola com o apoio de alguém ou de uma cadeira/sofá. Afastem os pés cerca de 50 a 60 cm um do outro e lembrem-se de manter a coluna bem direitinha.

Só de sentarem assim a região do assoalho pélvico já estará sendo favorecida e os músculos fortificados o que é ótimo durante a gravidez e ajudará no trabalho de parto. A posição também alivia a dor nas costas e deixa o bebê numa posição mais confortável.

Quando estiverem bem apoiodas podem começar a fazer exercícios leves!

  • Balancem a anca devagar de um lado pro outro ou façam movimentos circulares. Fazendo 10 repetições para um lado e depois 10 para o outro.
  • Façam um simbolo do infinito com a anca (um 8), movendo devagar. (Cuidado para não se desequilibrarem)
  • Sentem-se com cuidado na bola, coloquem ambas as mãos por baixo da barriga para oferecer suporte e com movimentos delicados para cima e para baixo. Descanse após 10 repetições ou menos.

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No Trabalho de Parto

Se puderem levem a vossa bola para a sala de parto. Hoje em dia quase todos os hospitais têm para emprestar.

 Sentar, rebolar ou os movimentos em forma de oito durante as contrações pode ajudar a aliviar as dores.

  • Ajoelhe-se no chão (pode apoiar os joelhos em uma almofada), abrace a bola contra o peito e jogue o corpo para frente apoiando os ombros e peito na bola, isso vai relaxar a lombar e até a barriga.

 

 

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No Pós parto

Após o parto podem fazer os mesmos exercícios que faziam na gravidez, ajudam desta forma a região pélvica a voltar ao normal.

 

 

Plano de Parto


Mamã Tranquila

06.04.18

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A sua importância varia de grávida para grávida, da sua maneira de encarar a sua vivência relativamente ao seu parto. No entanto, eu acho que a sua utilidade é sempre importante, pois vai nos fazer reflectir sobre o que queremos para aquele momento tão nosso e tão importante para nossa vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu novas diretrizes para estabelecer padrões de atendimento globais para mulheres grávidas saudáveis e reduzir intervenções médicas desnecessárias, nas quais recomenda que as equipas médicas e de enfermagem não interfiram no trabalho de parto de uma mulher de forma a acelerá-lo, a menos que existam riscos reais de complicações.

 

Na nova recomendação sobre nascimentos e partos, emitida no dia 15 de fevereiro de 2018, a OMS vem pôr em causa orientações que foram adotadas durante décadas e que apontavam que um trabalho de parto que progride com uma taxa de dilatação do colo do útero menor do que um centímetro por hora não seria considerado normal.

 

Perante este cenário, muitas vezes, as mulheres recebem oxitocina para acelerar o trabalho de parto ou acabam por ser conduzidas para cesarianas ou para trabalhos de parto com ventosas e forceps.

 

Na sua nova orientação, a OMS pediu a eliminação da referência à dilatação cervical de um centímetro por hora e enfatiza que uma taxa de dilatação cervical mais lenta por si só não deve servir de indicação para acelerar o parto ou o nascimento.

 

«Pesquisas recentes mostraram que esta linha não se aplica a todas as mulheres e que cada nascimento é único», apontou Olufemi Oladapo, do Departamento de Saúde Reprodutiva da OMS.

 

A recomendação vai no sentido de indicar que esse limite de um centímetro de dilatação «não deve ser usado para identificar as mulheres em risco».

 

Embora a taxa de cesariana varie de acordo com a região do mundo, a OMS vê um aumento geral nesta prática, «que considera perturbador». A OMS também está preocupada com as intervenções usadas antes para acautelar partos complicados se terem tornado comuns.

 

«A gravidez não é uma doença e o nascimento é um fenómeno normal, que se pode esperar que a mulher complete sem intervenção», defendeu Oladapo.

 

Para a OMS, muitas mulheres preferem um nascimento natural e confiam nos seus corpos para parir o seu bebé sem intervenção desnecessária.

 A organização considera que, mesmo quando a intervenção é necessária, é preciso incluir as mulheres na tomada de decisões sobre os cuidados que recebem.

A nova recomendação reconhece que cada trabalho de parto é único e que a duração da primeira etapa do processo varia de uma mulher para outra.

O novo documento da OMS inclui 56 recomendações sobre o que é necessário para o trabalho de parto e seguidamente após a mulher ter o bebé.http://www.who.int/reproductivehealth/publications/intrapartum-care-guidelines/en/ (em inglês)

Inclui o direito a ter um acompanhante à sua escolha durante o trabalho de parto e o respeito pelas opções e tomada de decisão da mulher na gestão da sua dor e nas posições escolhidas durante o trabalho de parto e ainda o respeito pelo seu desejo de um parto totalmente natural, até na fase de expulsão.

www.associacaogravidezeparto.pt, tem um documento muito bem elaborado que pode vos ajudar a construir um plano de parto http://www.associacaogravidezeparto.pt/wp-content/uploads/2016/08/Reflex%C3%A3o-para-a-constru%C3%A7%C3%A3o-do-plano-de-parto-introducao.pdf

 

Leiam e experimentem preencher, o simples exercício de construir o plano de parto serve para mentalizar a grávida das várias fases do trabalho de parto, assim como dos procedimentos mais comuns que são aplicados em cada fase. O plano é, todavia, apenas uma orientação: há que perceber que no parto existe sempre o fator imprevisto e que poderá haver desvios ao desejado.

O objetivo é, encontrar um meio-termo que possibilite à grávida formar expectativas realísticas do que poderá desenrolar-se, com o ajuda da equipa que a acolher para satisfazer os seus desejos sempre que possível, de forma informada e em segurança. 

Beijinhos....

 

GRAVIDEZ


Mamã Tranquila

28.03.18

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GRAVIDEZ – 4 A 8 SEMANAS

 

Por esta altura, surgem os primeiros sintomas associados à gravidez. Ao longo das próximas semanas, acontecem diversas alterações hormonais. À medida que o embrião cresce e se desenvolve, o nosso corpo trabalha e adapta-se às necessidades nutricionais do embrião e ao crescimento no útero.

SINTOMAS DA GRAVIDEZ, entre os mais frequentes:

AUSÊNCIA DE MENSTRUAÇÃO

Quando se está grávida, os ovários cessam a produção de  óvulos e o ciclo fica suspenso até ao nascimento do bebé.

NÁUSEAS E VÓMITOS

As náuseas e vómitos nas primeiras semanas são muito comuns, entre 50 a 90% das grávidas tendem a ter.

As náuseas e vómitos aparecem por volta das 5-6 semanas e desaparecem após as 12-16 semanas. No entanto, algumas mulheres podem ter este sintoma até ao final da

TENSÃO MAMÁRIA

O aumento da produção hormonal – hormonas HCG (Gonadotrofina Coriónica Humana), progesterona e estrogénios – provoca o aumento da sensibilidade mamária. As mamas ficam mais tensas, firmes e dolorosas. Podemos notar um aumento do seu tamanho.

CANSAÇO

Durante o primeiro trimestre podemos nos sentir mais cansadas e sonolentas. Normalmente melhora no segundo trimestre.

Nesta altura devemos ter a primeira consulta com o médico de família ou com um obstetra.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

Por volta das 5-6 semanas já é possível observar os batimentos cardíacos do pequeno embrião. A frequência cardíaca do embrião anda entre os 120 e 160 batimentos por minuto.

Semana 8 –  o embrião tem um tamanho aproximado de um feijão.

 

GRAVIDEZ – 8 A 12 SEMANAS

 

O NOSSO CORPO, SINTOMAS E EXAMES

Até às 12 semanas, podemos continuar a náuseas e vómitos. A tensão mamária poderá ter diminuído.

Durante o primeiro trimestre, fase mais delicada do desenvolvimento embrionário, devemos manter ou iniciar a toma de ácido fólico.

Entre as 11 semanas e as 13 semanas faz-se a primeira ecografia da gravidez 

Opcionalmente, ser realizado o teste de rastreio da Síndrome de Down ou Trissomia 21, também designado rastreio combinado do primeiro trimestre, rastreio bioquímico ou rastreio pré-natal.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

  • Às 10 semanas, o embrião tem uma forma cada vez mais humana, com cabeça, tronco e membros. Como a cabeça ainda é desproporcionada em relação ao corpo,
  • O bebé já se movimenta e os órgãos continuam a desenvolver-se;
  • Os dedos começam a formar-se e os ossos a definirem-se. Os órgãos genitais externos também estão em formação.

Às 12 semanas, o embrião passa a chamar-se feto e tem o tamanho aproximado de uma lima.

 GRAVIDEZ – 12 A 16 SEMANAS

O período mais sensível do desenvolvimento embrionário está ultrapassado. A partir desta fase, o feto começa a crescer e a ganhar peso e, em breve, a roupa deixará de servir principalmente na cintura.

A partir das 16-18 semanas, as necessidades de ferro aumentam e o médico poderá ponderar a sua suplementação em conjunto com o ácido fólico.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

  • A cabeça ainda é maior que o corpo;
  • O rosto começa a ser modelado;
  • Os genitais externos estão definidos;
  • O sistema nervoso está em desenvolvimento;
  • O aparelho urinário está formado e começa a produzir urina
  • O feto já é capaz de engolir o líquido amniótico;

Semana 16 –  tem o tamanho aproximado de uma pera abacate.

 

GRAVIDEZ – 16 A 20 SEMANAS

 

O NOSSO CORPO, SINTOMAS E EXAMES

Por volta das 18 semanas pode-se começar a sentir os primeiros movimentos do bebé. No entanto, nem todas as mães sentem os seus bebés no mesmo período. Podendo baralhar esses movimentos com os intestinais e não se notar que é o bebé a mexer-se.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

  • Começam a surgir os primeiros pêlos;
  • Todos os órgãos internos de feto estão formados;
  • O feto movimenta-se com facilidade:

Semana 20 –  tem o tamanho aproximado de uma banana.

 GRAVIDEZ – 20 A 24 SEMANAS

O NOSSO CORPO, SINTOMAS E EXAMES

A barriga cresceu e mais do que nunca todos vêm que estamos grávidas. O útero estende-se até à altura do umbigo.

Entre as 20-22 semanas temos a segunda ecografia da gravidez ou ecografia morfológica. Esta ecografia é uma das mais importantes da gestação porque permite ao técnico avaliar as estruturas anatómicas do bebé e detetar eventuais malformações.

É nesta ecografia que se consegue desvendar o sexo do bebé a não ser que ele malandreco se coloque de uma forma que não possibilite tirar conclusões.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

  • O bebé desenvolve ciclos de sono e vigília próprios e independentes dos da mãe;
  • A cabeça torna-se cada vez mais proporcional comparativamente ao tronco e membros;
  • Começam a surgir as sobrancelhas e os cabelos;

Semana 24 –  tem o tamanho aproximado de uma maçaroca de milho.

 GRAVIDEZ – 24 A 28 SEMANAS

Nesta altura, já conseguimos sentir os movimentos do bebé sem qualquer dúvida. A barriga cresce visivelmente e é um orgulho.

Podemos sentir as pernas mais cansadas e pesadas. O uso de meias de compressão ajuda a diminuir o desconforto e tem uma ação preventiva dos derrames e varizes.

É normal que nesta altura, já não termos uma posição para dormir e acordar várias vezes durante a noite para ir à casa de banho.

Experimentar dormir deitada com uma almofada entre as pernas para ajustar a posição das pernas face ao útero.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

  • Os sentidos estão em desenvolvimento: audição, tato, olfato e paladar;
  • O bebé começa a engordar e a acumular gordura por baixo da pele;
  • Reage a estímulos externos (música, voz, luz intensa);

 

Semana 28 –   tem o tamanho aproximado de uma beringela grande.

 

GRAVIDEZ – 28 A 32 SEMANAS

 

À medida que o peso e o volume da barriga aumentam e o cansaço se acumulada

É natural que começar a sentir as contrações de Braxton-Hicks, ou falsas contrações, que preparam o seu corpo para o grande dia.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

  • O bebé pode dar a volta, virando-se de cabeça para baixo;
  • O cérebro contínua a desenvolver-se;
  • Os pulmões estão mais maduros Os ossos estão completamente desenvolvidos;
  • A quantidade de líquido amniótico vai diminuindo e o feto ocupa cada vez mais espaço;
  • A medula óssea substitui o fígado e o baço na produção de glóbulos vermelhos;
  • Reage a estímulos sonoros, à dor, sabores e cheiros;
  • Abre e fecha os olhos;

Semana 32 – tem o tamanho aproximado de uma meloa.

 

 GRAVIDEZ – 32 A 36 SEMANAS

Nesta fase, o aumento de peso pode provocar o cansaço ao fim do dia  e pés inchado. Podemos sentir dificuldade em dormir por não ter posição para adequar a posição da barriga.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

  • Nos pulmões, os alvéolos estão em desenvolvimento;
  • A maioria dos órgãos estão a funcionar;
  • Os ossos tornam-se mais espessos e alongados;
  • O sistema imunológico está em desenvolvimento;
  • O bebé produz mecónio (substância líquida esverdeada que será eliminada do intestino do bebé depois do nascimento);
  • O bebé reconhece a voz da mãe;
  • Os movimentos são frequentes e amplos;

Semana 36 – tem o tamanho aproximado de uma melancia

 GRAVIDEZ – 36 A 40 SEMANAS

Ás 38 semanas o bebé está preparado para nascer a qualquer momento.

 

DESENVOLVIMENTO DO BEBÉ

O bebé mede cerca de 50 centímetros e pesa pouco mais de três quilos.

Semana 40 – tem o tamanho aproximado de uma abóbora menina.

Barriguinha hidratada


Mamã Tranquila

24.03.18

meses-gravidez.jpg

Na gravidez, a pele da mamã pode ser colocada à prova, principalmente devido às alterações hormonais e ao aumento de peso.

No entanto, cada gravidez é única, e as alterações fisiológicas na pele podem até passar despercebidas ou serem nulas.

Embora a nossa pele ser naturalmente flexível, o aumento de peso e as alterações hormonais que a gravidez provoca impõem dela uma maior elasticidade. 

As estrias resultam do estiramento da pele para além dos seus limites, sobretudo quando este estiramento ocorre de forma rápida. Barriga, seios, nádegas e coxas são as áreas mais afetadas. Para além de uma boa vigilância da gravidez, com o controlo da evolução ponderal, o cuidado essencial para prevenir as estrias passa por garantir uma boa hidratação da pele.

Numa primeira fase da gravidez, o creme hidratante deve ser aplicado pelo menos uma vez por dia.

Depois do hidratante, deve aplicar-se o creme anti-estrias. Este cuidado adicional é essencial, uma vez que os cremes anti-estrias têm na sua composição substâncias próprias que evitam a deterioração das fibras de colagénio e elastina, tornando a pele mais flexível, hidratada e homogénea, e preparando-a para as necessidades da gravidez. 

Estes mesmos cuidados não devem ser parados, mas antes acrescidos, depois de o bebé nascer. Sendo que no último trimestre de gravidez, e no primeiro mês após o parto, o creme anti-estrias deve ser aplicado duas vezes ao dia, para dar todos os nutrientes necessários à pele para ela estar, à partida, o melhor preparada possível para o estiramento inevitável que existe.

A escolha do creme, deve-se ter em conta a sensibilidade de cada pele, assim como o aroma, porque pode causar náuseas ás gravidas se for intenso.

Com estes cuidados, as vossas barriguitas vão crescer lindas e formosas… e encher-vos de muito orgulho.

Deixo algumas imagens de cremes

cremes.png

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De seringa na mão


Mamã Tranquila

15.03.18

Como enfermeira, estamos logo associdas ás famosas picadelas...

Durante a gravidez, a grávida deve fazer uma vacina, para proteger o seu filho in utero da tosse convulsa.Na ausência de novas vacinas mais eficazes há que implementar estratégias adicionais de controlo da tosse convulsa com o objetivo prioritário de reduzir a carga da doença em lactentes de idade inferior a 2 meses.

 De entre estas, a que tem demonstrado maior efetividade é a vacinação da grávida, que se baseia na passagem transplacentária de anticorpos da mãe para o filho, conferindo-lhe proteção passiva até ao início da vacinação, aos 2 meses de vida.

Recomenda-se a vacinação durante a gravidez com uma dose de vacina combinada contra a tosse convulsa, o tétano, e a difteria, em doses reduzidas (Tdpa), entre as 20 e as 36 semanas de gestação, idealmente até às 32 semanas;

 A vacinação deve ocorrer após a ecografia morfológica (recomendada entre as 20 e as 22 semanas + 6 dias).

Há duas vacinas com autorização de introdução no mercado (AIM) em Portugal as vacinas Boostrix® e Triaxis® mas apenas a Boostrix® está comercializada.

boostrix_2011.jpg

É gratuita e normalmente é administrada nos centros de saúde.

Local de administrção é o braço

Nós estamos lá prontinhas para picar.

 

 

 

fator-rh-.jpg

Durante a gravidez, o tecido que separa os vasos placentares (onde circula sangue do feto) do espaço interviloso (onde circula sangue materno) vai diminuindo de espessura, permitindo que as trocas de sangue entre mãe e feto vão aumentando até ao termo da gestação. A partir da 6ª semana de gravidez, quando o feto Rh + começa a ter antigénio Rh em circulação, é induzida a produção de anticorpos anti-D, nas grávidas Rh-, ficando estas sensibilizadas. Numa futura gestação, a consequência desta sensibilização será a doença hemolítica perinatal (DHPN), situação responsável por uma morbilidade e mortalidade perinatal significativa.

 

Para evitar esta situação, faz uma injeçao ás 28 semanas de gestação ao qual chamamos de imunoglobulina anti-D

 

Esta é administrada no rabiosque, o que deixa sempre a futura mamã ansiosa, porque normalmente não estão à espera...

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Eu normalmente aviso na consulta anterior, para não ter uma grávida a fugir com o cú á seringa!!!!!

 

 

 

 

 

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