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mamã tranquila

Vamos falar de preparação para o parto, parto, recém-nascido e todo o tipo de assuntos relacionados com este tema...

mamã tranquila

Vamos falar de preparação para o parto, parto, recém-nascido e todo o tipo de assuntos relacionados com este tema...

O saber não ocupa lugar


Mamã Tranquila

14.11.18

Nascer Positivo®
Módulo IV – A Água na Gravidez e no Parto
Data: 3, 4 e 5 Janeiro de 2019, das 9h30 às 18h00
Local: Universidade Fernando Pessoa, Porto

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Estou desejosa desta formação e depois aplica-la nas minhas grávidas....

Recém-Nascido Vernix Caseosa


Mamã Tranquila

28.10.18

Vèrnix.jpg

 

 

Quando nasce, a pele do bebé está coberta por uma camada de gordura chamada vernix (vernix caseosa que significa, verniz cremoso).

Esta camada de gordura, protege a pele contra os efeitos do contacto permanente com o meio húmido do útero e atua como um lubrificante durante o trabalho de parto, ajudando o a escorregar pelo canal de parto até ao contacto com o exterior.

QUANDO SE FORMA ?

Durante os últimos meses da gestação, as glândulas sebáceas tornam-se especialmente ativas e revestem todo o corpo do bebé com esta substância esbranquiçada.

QUAL A SUA FUNÇÃO DEPOIS DO NASCIMENTO?

Após o nascimento, o vernix  ajuda o recém-nascido a lidar com a descida rápida de temperatura, protegendo-o. Atua também como um  protetor contra pequenas infeções durante os primeiros dias de vida.

DEVE RETIRAR-SE DA PELE DO RECÉM-NASCIDO?

Algumas mães deixam que esta camada protetora fique na pele do bebé até desaparecer naturalmente. Outras preferem limpar a pele do bebé no banho.

Não existe problema nenhum em ambas as opções.

 

CURIOSIDADE

Quanto mais tempo for a gestação mais camada de vernix tem o feto e vai diminuido o lanugo

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Fim de semana INESQUECÍVEL


Mamã Tranquila

16.10.18

O fim de semana passado foi algo mágico para mim. 

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Estive em formação, com alguém que admiro muito, pois tem tido uma enorme importância no que diz respeito a um parto humanizado em que tudo gira em volta da mulher/casal e no seu poder no querer algo maravilhoso para um final feliz. Tudo gira num trabalho de parto em prol da mulher e dar-lhe as ferramentas necessárias para que este momento seja o mais perfeito possivel e vivenciado no seu esplendor. 

De seu nome Janet Balaskas, fundadora do parto activo em Londres nos anos 80, onde ainda faz formaçoes e tem um centro onde os casais tem oportunidade de receber empoderamento para um parto de acordo com a sua visão.

Bebi todas as suas palavras, de forma a memorizar o mais possivel, para depois poder reproduzir o que aprendi com os meus casais e futuras mamãs, a minha cabeça borbulhava com ideias e formas de pôr em pratica este novo conhecimento.

Acho que como profissional de saude e estando a dar estes cursos para preparar os casais é meu dever DAR todo o conhecimento para um parto TRANQUILO de modo a que aquele momento seja recordado de uma forma CARINHOSA e experiência positiva, pois no fundo e no terminar deste processo a recompensa é conhecer o nosso bebé. Existe algo mais MARAVILHOSO que isso?

Além de todo o conhecimento adquirido, o ambiente era, nem sei como colocar em palavras, PURA OCITOCINA (hormona do amor), penso que eramos à volta de 40 mulheres, de várias áreas (que me surpreendeu e achei maravilhoso) todas em prol de poder dar um MOMENTO MÀGICO.

Conheci várias pessoas, que vão ficar na memória, pelas suas histórias e suas vivências, os seus sorrisos e suas lágrimas, pelos abraços, pelo calor humano sentido no fim de semana do furacão Leslie....

Sempre achei que o momento de conhecermos o nosso bebé deveria ser especial, independemente do local onde fosse o parto, como enfermeira acho que ainda á muito a fazer seja em meio hospitalar ou num outro local, mas não é fácil mudar mentalidades e os muros são enormes, mas acho que a enfermagem tem de começar a levantar a VOZ e ganhar o seu espaço e a sua liderança... Nós um dia chegamos lá, pois espero que se um dia a minha filha seja mãe possa disfrutar desse momento com tudo aquilo a que tem direito.

Tenho a certeza, que nascer em Portugal vai melhorar mesmo que a mudança seja devagarinho, que venha, para trazer a todos futuros casais, aquilo que mais desejo num parto, algo para recordar com um enorme SORRISO na cara. Espero poder colocar a minha SEMENTE para que isso possa acontecer.

 

Aconselho a quem deseja um parto activo ler o livro que publicou é muito fácil de ler e inspirador. 

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Recém Nascido - Lanugo


Mamã Tranquila

24.09.18

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                                                                                           (imagem retirada da net)

 

 

O QUE É?

​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​O lanugo é uma penugem fina que se desenvolve nos últimos meses da gravidez e que resulta da atividade dos folículos do cabelo.

PARA QUE SERVE?

Protege a pele da humidade do líquido amniótico e ajuda a regularizar a temperatura corporal enquanto estava no útero da sua mamã.

QUANDO DESAPARECE?

O lanugo pode desaparecer ainda durante a gravidez ou depois do parto. Alguns bebés nascem cobertos com esta fina camada de pelos, o que é perfeitamente normal. Noutros bebés, o lanugo pode desaparecer quase totalmente ou apresentar vestígios apenas nos ombros e costas.

Algumas mamãs ficam ansiosas com a presença desta fina camada de pelos, mas não há motivo para preocupação, ele acaba por cair naturalmente nos primeiros dias ou semanas após o parto.

Nos bebés prematuros, o lanugo costuma ser mais visível porque a maior parte ainda não caiu, demorando um pouco mais a desparecer.

 

No entanto não deixam de ser os nossos bebés peludinhos e super mega fofos....                                        

                                                                                                                                                                                (imagem retirada da net)

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O Famoso "Toque"


Mamã Tranquila

14.08.18

 

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CERVICOMETRIA OU TOQUE VAGINAL

Este procedimento permite avaliar a evolução da gravidez e, numa fase mais tardia da gestação, verificar se há sinais do início do trabalho de parto (apagamento do colo do útero e dilatação) ou se o trabalho de parto está a decorrer como esperado, permitindo identificar precocemente alguma complicação para a mãe / bebé.

AFINAL PARA QUE SERVE E QUANDO DEVE SER REALIZADO

permite ao médico avaliar a evolução da gestação. Nas consultas de rotina da gravidez, a partir das 34/35 semanas, o médico poderá fazer o toque vaginal para análise do colo uterino e do estádio da apresentação do corpo do bebé.

DURANTE O TRABALHO DE PARTO

Durante o trabalho de parto, e segundo as indicações da Organização Mundial da Saúde, a dilatação cervical (observação mais importante para avaliar a progressão do trabalho de parto) e a descida (apresentação) da cabeça do feto serão registadas no partograma.

O registo no partograma começa na dilatação, quando o colo do útero atinge uma dilatação de 4 cm (fase activa do trabalho de parto) após realização do toque vaginal.

Este, deve ser reduzido ao mínimo necessário. O intervalo de avaliação deverá ser de quatro horas [1], ou se a grávida pedir se sentir alterações, o que não é muito frequente. Antes do início das contrações, o toque vaginal deve ser evitado.

Se a dilatação for lenta (a expectativa é que o colo uterino dilate dos 4 aos 10 cm, normalmente cada cm demora uma hora) é um sinal de alerta que pode associar-se a complicações como o parto distócico (quando, apesar do útero se contrair normalmente, o bebé não consegue passar pela bacia da mãe).

COMO É EXECUTADO?

colo-uterino.jpg

 

A grávida fica deitada de costas, com os joelhos dobrados e as pernas abertas e afastadas. O médico / enfermeiro introduz dois dedos na vagina (geralmente o indicador e o médio) e toca o colo para:

  • Avaliar as características do colo (apagamento, consistência e dilatação);
  • Verificar se a bolsa de aguas está ou não integra
  • Avaliar a progressão da dilatação desde o último toque vaginal,
  • Determinar a altura da apresentação  e a compatibilidade feto-pélvica (harmonia entre o tamanho da cabeça do bebé e largura da bacia da mãe );

 

QUANDO NÃO DEVEMOS REALIZAR O TOQUE VAGINAL?

Quando a grávida tiver perda de sangue ou de liquido amniotico, com idade gestacional igual ou superior a 28 semanas.

 

TOQUE VAGINAL. FAZER SIM vs Não?

 

A utilização do toque vaginal não é um procedimento consensual. É, e sempre foi um tema que gera grande polémica, muitas vezes por causa da sua utilização abusiva de à uns anos a trás. No site da OMS podemos ler:

É surpreendente que o uso desta intervenção seja tão disseminada apesar da não existência de uma boa evidência sobre a sua efetividade, especialmente considerando a sensibilidade do procedimento para as mulheres que o recebem, e as potenciais consequências adversas que a intervenção pode acarretar em determinados contextos.” [2]

 [1] Organização Mundial da Saúde – Parto Prolongado e Paragem na Progressão do Trabalho de Parto – Manual para professores de Enfermagem Obstétrica. Educação para uma maternidade segura: módulos de educação. – 2ª ed. 2005. Acedido a 26 de maio de 2017. Disponível em: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/44145/84/9248546668_3_por.pdf. 

[2] Organização Mundial da Saúde – Exame de toque vaginal para avaliação de rotina e identificação de demoras na fase ativa do trabalho de parto. Acedido a 30 de maio de 2017. Disponível em: https://extranet.who.int/rhl/pt-br/topics/preconception-pregnancy-childbirth-and-postpartum-care/care-during-childbirth/care-during-labour-1st-stage/digital-vaginal-examination-routine-assessment-and-identification-delay-active-labour

Puerperio


Mamã Tranquila

20.07.18

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Puerpério – o que é, que mudanças existem depois do parto

 

O puerpério é o período pós-parto que inicia se com o dia do nascimento até a volta da menstruação da mulher, depois da gravidez que pode durar 45 dias, dependendo de como é feita da amamentação. 

 

O puerpério se divide em três etapas:

 

  • Puerpério Imediato:Do 1º ao 10º dia do pós-parto
  • Puerpério Tardio: Do 11º ao 42º dia do pós-parto
  • Puerpério Remoto: A partir do 43º dia do pós-parto

 

O puerpério também é conhecido como período de resguardo ou quarentena, já que dura cerca de 40 dias. Durante este período a mulher passa por muitas alterações hormonais, físicas e emocionais.

Durante este tempo a mulher tem uma espécie de 'menstruação', tratando-se de um sangramento abundante que inicia após o parto e dura em média 15 dias e que vai diminuindo pouco a pouco, nós profissionais chamamos de lóquios.

Inicialmente o sangue é um vermelho vivo em quantidade razoável e com o passar dos dias, a quantidade vai diminuindo e assim como a cor vai escurecendo, chegando a um tom marrom ou tipo borra de café, até desaparecer totalmente.

 

Alguns cuidados necessários durante o puerpério

 

No puerpério imediato é importante levantar e andar logo nas primeiras horas depois do parto, de modo a:

 

  • Diminuir o risco de tromboflebites;
  • Estabelecer o trânsito intestinal;
  • Contribuir para o bem-estar da mulher

 

Importante a consulta da revisão do puerpério, para verificar se está tudo bem a nível ginecológico.

 

O que ocorre durante o puerpério 

 

Mamas

 

Geralmente ficam mais tensas por estarem a produzir de leite. Se a mulher não puder/quiser amamentar devem iniciar um medicamento para secar o leite. 

 

Barriga

 

O abdômen ainda permanece volumoso devido ao útero ainda não estar no seu tamanho normal, indo diminuindo a cada dia.

 

Sangramento vaginal

 

Os lóquios, que é são mais intensos nos primeiros dias mas diminui a cada dia, até desaparecer completamente. 

Hoje em dias muitas mamãs, gostam de usar cuecas de incontinência nos primeiros dias, por ser mais confortável e são descartáveis. Podem usar os pensos higiénicos, eu recomendo, os super da noite e provavelmente nos primeiros dias usar 2. Mas o que interessa é estarem confortáveis.

A vossa higiene íntima deve ser o mais simples, sem utilizar produtos íntimos, e várias vezes ao dia no final secar bem o períneo.

Não está recomendado o uso de tampões nessa fase.

 

Cólicas

 

Ao amamentar o vosso filhote a mulher pode sentir algumas cólicas ou algum desconforto abdominal devido a contrações que fazem o útero voltar ao seu tamanho normal. Para minimizar este incómodo podem colocar uma compressa morna sobre o abdômen.

 

Episiotomia

 

O famoso corte, pode causar algum desconforto durante o processo de cicatrização. Não necessita de cuidados especiais e normalmente os pontos, como são reabsorvidos acabam por “ cair sozinhos”. Se essa zona incomodar muito, pode ser colocar gelo, podem encher um preservativo ou vários e colocar no congelador e durante o dia colocar varias vezes na região perineal.

 

Incontinência urinária

 

É normal no pós-parto, principalmente se a mulher teve parto normal,  a vontade súbita de urinar, sendo difícil controlar totalmente, havendo pequenas perdas de urina. Muito importante, voltar a fazer os exercícios de Kegel

 

Cicatriz da cesariana

 

A cicatriz da cesariana, os pontos normalmente deve ser retirados em 8 a 10 dias.

 

Menstruação

 

O retorno da menstruação depende se a mulher amamenta ou não. Quando amamenta exclusivamente a menstruação volta em aproximadamente 6 meses, mas é preciso usar métodos contracetivos se não quiserem período. Caso a mulher não amamente a menstruação volta em aproximadamente 1 ou 2 meses. 

 

Métodos contracetivos

 

O uso de métodos contracetivos deve ser conversado com o médico/enfermeira na consulta da revisão do puerpério. 

 

Relação sexual

 

Quando o casal se sentir preparado….

O Pai


Mamã Tranquila

13.07.18

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                                                      (imagem da net)

Já lá vai o tempo em que o papel do companheiro era ficar na sala de espera e toda a ansiedade enquanto o filho nascia.

Hoje sabe-se sobre a importância do papel do companheiro e do novo pai na hora do parto. Tanto que essa atitude é estimulada por toda a equipa desde a primeira consulta e principalmente nos cursos de preparação para a parentalidade. 

 

Qual a importância do pai na hora do parto

É extremamente importante o pai estar ao lado da mulher durante o trabalho de parto por várias razões.

Uma das mais importantes é que ele vai se sentir parte de um processo que se iniciou quando o teste de gravidez deu positivo. Ao ter o privilégio de ver o filho nascer, o homem sente-se mais entusiasmado a participar desses primeiros tempos da vida da criança, que geralmente exige mais da mãe.

Algumas pesquisas e na experiência dos especialistas, pais que participam do parto do filho têm maior facilidade de criar um vínculo afetivo com o filhote. 

Além disso, a presença do pai também é importante para dar ainda mais segurança para essa família que está a nascer ou a crescer. Ao passar pelo processo de trabalho de parto e parto pertinho da mulher, observar tudo que ocorre, ajudando nas fases do trabalho de parto, ajudando a descontrair ou auxiliando nos tipos respiratórios, ele se sente mais unido e todos se apoiam.

A mulher também sente-se mais segura ao ver e sentir o companheiro ali do lado. Afinal, ela poderá contar com o apoio de alguém que a conhece e não apenas com alguém da equipe. O pai dará o apoio emocional que outros profissionais não conseguem nesse momento. Ele também poderá ajudar a aliviar o medo e desconforto da mulher, atendendo seus pedidos, fazendo massagens, conversando.

Como o pai  prepara-se para a hora do parto

Importante que o pai participe desde o início da gravidez, acompanhando a mulher nas consultas, sempre que possível.

Tão importante também é a frequência juntamente com a mãe nos CPP (cursos para parentalidade), assim, ele vai compreender o que ocorre antes e na hora do parto. Vai aprender sobre o final da gravidez, as contrações, a ruptura da bolsa de águas, a hora de ir para o hospital. E também sobre como ocorrem os tipos de parto e como é o nascimento em cada caso.

 Com todo esse conhecimento, ele vai de certeza ajudar a mulher a relaxar, aliviar um pouco o seu desconforto, saber a sequência do que vai acontecer para se posicionar melhor.

Ter informações também ajudará a dar mais coragem para ele enfrentar o medo de ver o parto, se esse for o caso.

 

Sem dúvida nenhuma que o papel fundamental, neste processo, que é único para o casal e sendo um momento tão deles, devem aprecia-lo em conjunto vivendo cada momento.

Aromaterapia, Musicoterapia e Cromoterapia durante o trabalho de parto


Mamã Tranquila

25.04.18

Aromaterapia

lavanda.JPG

  

As massagens com óleos essenciais durante o parto são conhecidas há muitos séculos e há uma série destes óleos que poderão ser vantajosos durante o trabalho de parto, uma vez que intensificam as contrações ao mesmo tempo em que têm um efeito analgésico e relaxante.

Antes de começarmos, algumas dicas práticas para você não errar na hora de escolher seus óleos essenciais:


1) Nunca aplique óleos essenciais puros sobre a pele. Eles sempre devem ser previamente diluídos em uma boa base, como um óleo de amêndoas de qualidade (puro e sem perfume).


2) Lembrem-se de procurar óleos essenciais 100% puros extraídos das plantas (cuidado com essências sintéticas, que são meros perfumes e não possuem nenhum efeito terapêutico.

Os dois óleos que parecem mais eficazes durante o parto são os de Jasmim e Lavanda. Eles são bem testados e conhecidos como verdadeiramente úteis. Oferecem vantagens ligeiramente diferentes, embora algumas de suas propriedades coincidam. Apesar de serem ambos analgésicos, o de Jasmim é um pouco mais eficaz para intensificar as contrações, encurtando, assim, o trabalho de parto. Algumas pessoas consideram seu odor intenso um pouco enjoativo durante o parto.


O aroma puro e fresco do óleo de Lavanda talvez seja mais aceitável, e pode ser usado de várias outras maneiras além da massagem. Durante o trabalho de parto, o óleo de Lavanda abrandará a dor e seu efeito calmante terá uma ação valiosa para o relaxamento emocional da parturiente. A Lavanda vem trazer equilíbrio e conforto para o ambiente de parto, diminuindo a ansiedade e apaziguando as emoções.


Compressas também podem ser úteis para o alívio das dores e aceleração do trabalho, já que ajudam os óleos essenciais a penetrarem mais rapidamente.


Outras sugestões:

Hortelã Pimenta – uma gota ou duas desse maravilhoso óleo, em um tecido para inalar entre as contrações mantém a gestante em trabalho de parto refrescada.

Jasmin  – O óleo sábio – se você deseja incentivar e promover as contrações, este óleo pode ser usado ​​no difusor, por um período curto.

Rosa e Olíbano – usados também durante as contrações, estes óleos promover  relaxamento nos intervalos entre as contrações.

 


MUSICOTERAPIA

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Esta técnica, ajuda as grávidas a criar vínculos com o feto a partir da 25ª semana de gestação, quando o bebê consegue identificar vozes e sentir a vibração dos sons. Isto porque, para alguns especialistas, a música potencializa o desenvolvimento físico e emocional e intelectual da criança, favorecendo as ligações afetivas.

Durante a gestação, a mãe é aconselhada a escolher uma música que tenha como objetivo relaxar o bebê. A ideia é que ele associe a canção a boas sensações, como tranquilidade e segurança, vivenciadas no útero.

 

No parto, essa mesma música é tocada para que, ao nascer, a criança possa minimizar o que muitos psicólogos definem como um dos maiores traumas da vida. Ouvindo a música que o remete às boas vivências uterinas, o bebê se sentirá protegido e acolhido na transição do útero para a vida externa a ele.

 

Nos primeiros meses de vida, quando o bebê estiver com cólicas ou muito agitado, a mãe pode usar a mesma música para acalmá-lo.

As experiências, indicam  que bebês submetidos à Musicoterapia acabam por se adaptar melhor à amamentação, dormindo mais e chorando menos.

As mães estimuladas pela música durante a gravidez estarão mais descontraídas e seguras durante o trabalho do parto, com níveis de ansiedade menores, além de ganharem maior autocontrole sobre a dor e mais consciência sobre as sensações físicas.

 

No entanto, é necessário ponderar a escolha da música, particularmente para que essa terapia alcance o efeito esperado no bebê. A vibração dos sons tem relação direta com o lado emocional da criança. As pesquisas destetaram que as canções clássicas, especialmente as de Mozart, são as que melhor integram os dois hemisférios cerebrais (esquerdo e direito).

 

CROMOTERAPIA

cromoterapia.jpg

 

 

É uma técnica  por meio das cores. Sabe-se, que mesmo as cores das roupas influenciam o organismo. Isto realça a importância da seleção da cor das roupas a serem usadas, das cores das paredes da casa.

Já observaram como as cores verde e azul são muito presentes em hospitais?

O azul é relaxante, baixa a pressão arterial, tem função analgésica e o verde de natureza tônica, exerce influência no bom desempenho do coração e circulação do sangue. Reduz as tensões dos vasos sanguíneos e regula a pressão arterial.
É um calmante do sistema nervoso, principalmente do simpático. Por agir como sedativo desse sistema, ajuda nos casos de irritação, insônia e esgotamento.


Significados e benefícios da Cromoterapia no parto:

-Vermelho: É uma cor poderosa e deve haver precauções no seu uso, pois em excesso pode provocar nervosismo e ansiedade. Pode despertar a sexualidade e erotismo.. Não utilizar durante a gestação. Indicado no trabalho de parto para estimular as contrações.

-Laranja: É uma cor alegre e antidepressiva.. Influencia o processo de tomar decisões. Também indicada para o trabalho de parto.

-Verde: É uma cor associada à natureza, tranquilidade, revigorante, equilíbrio e saúde. Cor da cura e equilíbrio. Utilizada em qualquer área de dor no corpo. Muito indicada no trabalho de parto para acalmar sem desacelerar o processo, pois apesar de tranquilizar a mente, o verde é uma cor revigorante, que contribui para a mulher ter a força necessária para parir.

-Azul: É uma cor relaxante, que traz paz, serenidade e promove a meditação. No trabalho de parto essa cor acalma e auxilia na vocalização durante as contrações, porém, por ser uma cor calmante, pode desacelerar o trabalho de parto. Usar com cautela.

-Índigo: É uma cor que simboliza a intuição e a compreensão. No trabalho de parto essa cor auxilia na aceitação e entendimento do processo, contribuindo para um estado meditativo, facilitando o trabalho do corpo sem a influência da mente tentando controlar.

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